Expectativa Mercado Imobiliário 2017

Expectativas para o mercado imobiliário para o segundo semestre de 2017

A melhora na confiança da recuperação da economia brasileira aumentou a expectativa de crescimento do mercado imobiliário no segundo semestre de 2017.

Mesmo em um cenário de dificuldade, com aumento do desemprego e redução do poder econômico das famílias, a queda na taxa de juros e a ampliação do teto para operações de financiamento com o FGTS podem dar um novo fôlego ao setor imobiliário entre julho e dezembro deste ano, segundo relatório da agência de classificação de risco Fitch Rating.

Hoje, a taxa Selic é de 11,25%, mas a expectativa é de queda brusca até o final do ano. O Boletim Focus, do Banco Central, mostra que agentes do mercado financeiro apostam em uma taxa Selic de 8,5% até dezembro de 2017, criando viabilidade para mais pessoas utilizarem o financiamento bancário para comprar casas e apartamentos.

De acordo com a Abecip, Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, os bancos estão mais acessíveis na liberação de crédito imobiliário, pois estão mirando o Brasil nos próximos anos.

A agência Fitch Rating acredita que a retomada de crédito não será imediata, porém vai ser progressiva, principalmente nos próximos seis meses. Mesmo assim, os impactos mais positivos no mercado imobiliário serão percebidos apenas no final de 2017, pois de acordo com a agência existe um intervalo entre a liberação de crédito mais barato e a utilização desses serviços pelo consumidor.

Alguns analistas e dirigentes bancários também avaliam que os consumidores devem ficar mais confiantes assim que os imóveis comprados na planta em 2015 forem entregues aos seus proprietários, mostrando que, mesmo em cenário de crise econômica, as construtoras conseguem cumprir o contrato e entregar as unidades que foram vendidas, reduzindo a preocupação com os distratos.

De qualquer maneira, dois fatores importantes devem se unir a favor do mercado imobiliário nos próximos meses: o crédito acessível para o consumidor e as construtoras que precisam vender apartamentos. Com boas ofertas, os consumidores vão se animar para fazer empréstimos bancários a juros menores e realizar o sonho da casa própria ou, até mesmo, do segundo imóvel, como uma boa opção de investimento.

 

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Fonte/Imagem:

Fonte/Conteúdo: O Povo

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Condomínios

Em tempos de crise, economista aponta métodos para reduzir gastos em condomínios. Confira!

Dicas para reduzir os custos do condomínio

Em tempos de crise econômica, todas as maneiras possíveis de reduzir os custos são válidas. Atualmente, muitos dos condomínios fechados dividem os pagamentos de água e energia igualmente, com os custos somados em um boleto. Com isso, os condôminos precisam se unir para garantirem um início de mês sem despesas exorbitantes por meio da conscientização coletiva.

Entre os maiores índices de gastos dos condomínios estão exatamente as despesas de água e energia elétrica e, para evitar a inadimplência dos condôminos, os síndicos precisam usar métodos eficientes de comunicação com os moradores do local, a fim de garantir a transparência dos gastos e evitar um possível endividamento crônico.

Para o economista e pesquisador do Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais, da Universidade de Taubaté), Luis Carlos Laureano, a consciência dos condôminos e a prevenção pensada pela administração são os melhores meios de reduzir os gastos dentro do condomínio.

“É uma questão de consciência de cada um. A melhor coisa é a prevenção de todos os gastos. Tudo começa na orientação dos condôminos. Diversos métodos podem favorecer o orçamento, como a colocação de lâmpadas que duram mais e custam menos e de dispositivos que desligam sozinhos quando não estão sendo usados”, explica Laureano.

Outra ferramenta que gera gastos excessivos para os condôminos, segundo o economista, é o uso desnecessário do elevador. “O elevador de um condomínio é um assunto muito complicado. O custo de energia é muito alto e, em muitas situações, as pessoas não o usam corretamente. São coisas que podem ser consideradas pequenas, mas são despesas que devem ser evitadas”, complementa o pesquisador do Nupes.

 

Sugestões

Entre as principais maneiras de evitar o consumo excessivo e diminuir o valor a ser pago mensalmente em um condomínio, podemos citar medidas como:

 

  • Repensar gastos com horas extras de funcionários, como porteiros e faxineiras;
  • Contratar menos e treinar mais, já que demissões podem gerar custos elevados;
  • Poupar energia elétrica;
  • Diminuir gastos com água;
  • Realizar manutenções preventivas no prédio;
  • Fazer um orçamento preventivo para evitar valores acumulados de férias, horas extras e 13º salário;
  • Orientar os condôminos para evitar a inadimplência;
  • Estimular a participação dos condôminos em reuniões.

 

Por fim, Luis Carlos Laureano aponta que tudo depende de uma boa gestão e de um bom planejamento por parte do síndico. Para manter as despesas sob controle, é preciso antecipar os pagamentos mais “pesados”, saber exatamente o gasto com a folha de pagamento e prever a necessidade de manutenções periódicas na estrutura do prédio e de horas extras durante a folga de funcionários.

Com uma previsão concreta dos gastos mensais, fica muito mais fácil diluir algumas despesas durante o ano e evitar a sobrecarga de gastos em dezembro. Além disso, atitudes de conscientização, como espalhar cartazes pelas áreas comuns do prédio com dicas de economia de água, também são válidas.

Com a participação efetiva de todos os moradores, a gestão do condomínio se torna mais eficiente e a economia de recursos é significativa!

 

 

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Foto: condomínios (fonte: asaa)

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Economia no Supermercado

Confira 10 dicas infalíveis para economizar nas compras de supermercado!

10 dicas para economizar no supermercado

Hora de fazer as compras! Com o preço dos produtos em elevação e o poder de compra do consumidor suprimido, o custo de itens básicos tem preocupado a maioria dos brasileiros. A dica é economizar. Mas, como?

Veja 10 dicas para economizar no supermercado que realmente funcionam. A tarefa é simples: comprar mais produtos, desde que sejam de qualidade, com menos dinheiro. Vamos começar?

 

Veja 10 dicas para economizar no supermercado:

 

1) Pesquisa de preço Por mais insistente que possa parecer, um assunto considerado até mesmo repetido, a pesquisa de preço é uma ótima maneira de gastar menos. A diferença de preço de um supermercado para outro pode variar em mais de 80%. Por outro lado, fazer a comparação ficou muito mais fácil. Ao invés de reunir informativos impressos de vários supermercados (o que ainda é válido), você pode conferir como os preços estão nos sites dos supermercados. É uma tarefa que ficou muito mais rápida e prática.

 

2) Faça as contas no Atacado e VarejoO sistema de trabalho de um atacadão é mais simples, e a estrutura mais modesta reflete no preço final. Vale a pena conferir o preço nos dois estabelecimentos antes de fazer a compra. No caso de famílias grandes, a diferença do preço final pode ser surpreendente no atacado.

 

3) Lista de compras Sua lista de compras deve ser semanal. Compre apenas os itens suficientes para aquela semana. Só volte a fazer uma nova compra assim que o produto acabar. Tente fazer um cálculo do gasto semanal, levando em consideração o número de pessoas que vai participar do consumo. Assim, não há desperdício e nada vai passar do prazo de validade.

 

4) Tenha uma lista para cada seçãoSe você pretende economizar, o ideal é não ficar passeando no supermercado. Se sua lista for feita por seção, as tentações diminuem. A intenção é ir direto ao assunto.

 

5) Confira os preços Por incrível que pareça, os preços podem estar errados na hora que passamos o produto no caixa. Se não prestarmos atenção, aquela promoção interessante vira uma verdadeira armadilha. O mesmo vale para a hora de pesar alimentos na balança. Fique de olhos bem abertos!

 

6) Prefira produtos da estaçãoProdutos da estação são mais baratos, ficam com frequência em oferta e você pode aproveitar. Quando montar sua lista, tente fazer trocas que beneficiem o custo final.

 

7) Fuja das tentações do caixa Você já reparou que o caixa do supermercado é repleto de coisas gostosas, mas totalmente desnecessárias? Muitas vezes acabamos levando uma coisinha ou outra, que estão ali se oferecendo para gente. Tome cuidado para não cair nessa cilada.

 

8) Olhe a parte de baixo das gôndolas Em alguns supermercados, os itens mais baratos ficam distantes dos olhos, quase escondidos. Isso faz parte da estratégia do varejo. Se você procurar melhor, embaixo dos mais caros, é provável que encontre opções mais viáveis financeiramente.

 

9) Busque outras marcas Que tal experimentar? Muitas vezes estamos habituados a comprar sempre o mesmo produto, da mesma marca, porque acreditamos que ela é melhor. Em alguns casos, faz sentido. Em outros, nem tanto e, por isso, é hora de experimentar. A dica é muito válida para produtos de limpeza, por exemplo.

 

10) Orçamento fechado Vá ao supermercado com um orçamento delimitado e não esteja disposto a passar daquele valor.

 

 

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Foto: economia_supermercado (fonte: reclameaqui)

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