Condomínios

Em tempos de crise, economista aponta métodos para reduzir gastos em condomínios. Confira!

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Dicas para reduzir os custos do condomínio

Em tempos de crise econômica, todas as maneiras possíveis de reduzir os custos são válidas. Atualmente, muitos dos condomínios fechados dividem os pagamentos de água e energia igualmente, com os custos somados em um boleto. Com isso, os condôminos precisam se unir para garantirem um início de mês sem despesas exorbitantes por meio da conscientização coletiva.

Entre os maiores índices de gastos dos condomínios estão exatamente as despesas de água e energia elétrica e, para evitar a inadimplência dos condôminos, os síndicos precisam usar métodos eficientes de comunicação com os moradores do local, a fim de garantir a transparência dos gastos e evitar um possível endividamento crônico.

Para o economista e pesquisador do Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais, da Universidade de Taubaté), Luis Carlos Laureano, a consciência dos condôminos e a prevenção pensada pela administração são os melhores meios de reduzir os gastos dentro do condomínio.

“É uma questão de consciência de cada um. A melhor coisa é a prevenção de todos os gastos. Tudo começa na orientação dos condôminos. Diversos métodos podem favorecer o orçamento, como a colocação de lâmpadas que duram mais e custam menos e de dispositivos que desligam sozinhos quando não estão sendo usados”, explica Laureano.

Outra ferramenta que gera gastos excessivos para os condôminos, segundo o economista, é o uso desnecessário do elevador. “O elevador de um condomínio é um assunto muito complicado. O custo de energia é muito alto e, em muitas situações, as pessoas não o usam corretamente. São coisas que podem ser consideradas pequenas, mas são despesas que devem ser evitadas”, complementa o pesquisador do Nupes.

 

Sugestões

Entre as principais maneiras de evitar o consumo excessivo e diminuir o valor a ser pago mensalmente em um condomínio, podemos citar medidas como:

 

  • Repensar gastos com horas extras de funcionários, como porteiros e faxineiras;
  • Contratar menos e treinar mais, já que demissões podem gerar custos elevados;
  • Poupar energia elétrica;
  • Diminuir gastos com água;
  • Realizar manutenções preventivas no prédio;
  • Fazer um orçamento preventivo para evitar valores acumulados de férias, horas extras e 13º salário;
  • Orientar os condôminos para evitar a inadimplência;
  • Estimular a participação dos condôminos em reuniões.

 

Por fim, Luis Carlos Laureano aponta que tudo depende de uma boa gestão e de um bom planejamento por parte do síndico. Para manter as despesas sob controle, é preciso antecipar os pagamentos mais “pesados”, saber exatamente o gasto com a folha de pagamento e prever a necessidade de manutenções periódicas na estrutura do prédio e de horas extras durante a folga de funcionários.

Com uma previsão concreta dos gastos mensais, fica muito mais fácil diluir algumas despesas durante o ano e evitar a sobrecarga de gastos em dezembro. Além disso, atitudes de conscientização, como espalhar cartazes pelas áreas comuns do prédio com dicas de economia de água, também são válidas.

Com a participação efetiva de todos os moradores, a gestão do condomínio se torna mais eficiente e a economia de recursos é significativa!

 

 

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Foto: condomínios (fonte: asaa)

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